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First look at ancient Iraqi city destroyed by ISIS

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Iraq's Lost Treasures (the treasure of Nimrud)

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Recovering Stolen Treasures from Iraq's National Museum (2003)

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17:42

Impariamo dalla

Storia

Una proposta di gestione dei beni provenienti dal Medio oriente...

  • Writer: ad1168alexandria
    ad1168alexandria
  • Oct 29, 2018
  • 14 min read

https://www.scribd.com/document/391909955/Antevisao-II

O Museu Ibérico de Arqueologia e Arte, a instalar no edifício do convento de S. Domingos em Abrantes, é promovido pela Câmara Municipal de Abrantes e pela Fundação Estrada.

Tem como vocação fundamental apresentar as colecções de Arqueologia, de História e de Arte, desde a Pré–História até à Época Contemporânea, reunidas pelas duas instituições.

A proposta engloba o restauro e conservação do edifício existente e a sua ampliação, de forma a possibilitar a adaptação a Museu. Trata-se do desenvolvimento de um projecto de recuperação/ reestruturação/ ampliação com componente museológica, oferecendo condições físicas e técnicas apropriadas tornando assim possível o acesso a colecções, actualmente inacessíveis ao público por falta de espaços condignos, respondendo ao papel social, cultural e educativo a que um museu aspira.

intervenção

A proposta teve como preocupação prioritária a explicitação dos valores patrimoniais do conjunto, da mesma forma que procurou responder, com uma solução adequada e flexível, às exigências programáticas solicitadas pelo Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de que Abrantes carece.

A instalação de um Museu Ibérico de Arqueologia e Arte no Convento de S. Domingos pressupõe distintas operações;

Convento Implantado num planalto dominante sobre o vale do Tejo, localizado na Praça da República, o Convento de S. Domingos, edificado no séc. XVI, tem uma localização e um carácter arquitectónico que à partida o individualiza e lhe confere um lugar de destaque relativamente ao centro histórico de Abrantes.

O edifício presentemente alberga a Biblioteca Municipal António Botto que ocupa o conjunto do que outrora fora a igreja .

Os restantes espaços do convento estão ocupados pela Escola Superior de Tecnologia, que irá em breve ser transferido para um novo edifício.

Ao longo dos anos o convento foi alvo de obras de consolidação, nomeadamente a nível estrutural. Praticamente em todas as alas os pavimentos originais foram substituidos por lajes de betão. Apenas a ala Poente mantém ainda a sua configuração original.

O edifício apresenta sinais evidentes de degradação com os rebocos e pavimentos muito deteriorados, para além da cobertura, que será necessário substituir.

A avaliação patrimonial do edifício, levou a que se proponha com pragmatismo e inesperada rentabilidade, em termos de qualidade arquitectónica e flexibilidade funcional, o regresso, dentro do possível, ao projecto original do Convento Dominicano.

Uma vez que a maioria das celas, outrora existentes, já foram demolidas, existem assim, actualmente salas amplas correcta e significativamente articuladas em torno do Claustro.

A segunda exposição de antevisão do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes (MIAA) escolheu como opção programática a apresentação das colecções que o irão constituir sob a perspectiva das narrativas que a própria investigação das mesmas está a consolidar.

Ao invés de se centrar na recuperação do convento de S. Domingos e no novo edifício que o arquitecto Carrilho da Graça projectou para o ampliar – um novo «contentor» de excelência para uma colecção também a vários títulos de excelência, o que acabou por, de algum modo, polarizar a sempre indispensável e útil discussão pública – a mostra que agora se inaugura, não deixando de referenciar e documentar as sondagens arqueológicas prévias ao início da construção, assim como o estado de andamento do projecto de execução, insiste no binómio que irá constituir a missão e a acção do futuro museu: a investigação e a exposição das suas ricas e diversificadas colecções segundo paradigmas de narratividade que exploram, por um lado, as formas, os significados e os usos dos testemunhos e, por outro, os inúmeros universos contextuais para que remetem.

A partir destas antevisões, não só será viável e até prático organizar exposições itinerantes de apresentação pública do MIAA noutros pontos do país e até do estrangeiro, como também programar as narrativas museológicas, quer das próprias exposições permanentes, quer de muitas das temporárias que irão constituir um dos fulcros da acção do MIAA no futuro.

Com efeito, a apresentação das colecções em determinadas sequências temáticas e narrativas faz antever os grandes eixos do futuro discurso expositivo do MIAA.

Desta feita, optou-se por iniciar a cronologia pelas Civilizações do Próximo Oriente Antigo, sublinhando, em primeiro lugar mas não exclusivamente, as transformações ocorridas na representação da figura humana e num dos seus principais atributos, prolongamento do seu braço e mão, as armas.

É também a evolução da armaria na Península Ibérica, durante a Idade do Ferro, que ocupa uma longa vitrina.

O Mundo Clássico é abordado através de várias colecções e narrativas: em primeiro lugar, a cerâmica grega, mas também a diversificada joalharia dos reinos helenísticos (estendendo-se até à época romana e paleocristã), a escultura romana e os seus ecos neoclássicos e, finalmente, uma magnífica mostra da evolução da vidraria, anterior e posterior à invenção do vidro soprado.

O Islão e o Extremo Oriente (a China) estão representados através de peças excepcionais que nos revelam ora o gosto pelo luxo ora o requinte do coleccionismo intelectual dessas civilizações. Já quanto às Idades Média e Moderna europeias, seleccionámos, da rica colecção recolhida na igreja de Nossa Senhora do Castelo, um conjunto de estatuária devocional que estabelece uma clara evolução estilística, no território nacional, entre o século XIV e o XVIII, a que se acrescenta uma pintura barroca do círculo de Rubens, pertencente à colecção Estrada.

A Colecção Estrada permite admirar vários objectos produzidos na Mesopotâmia, onde se desenvolveram as primeiras civilizações urbanas em meados do IV milénio a.C. e nas regiões das montanhas do Irão, região de povoados que também tiveram um papel importante na história desta vasta e complexa área dita Próximo Oriente Antigo.

A Mesopotâmia e a arte da escrita

O mensageiro tinha a língua pesada, não conseguiu repeti-lo. Então o senhor de Kullab trabalhou o barro e nisto gravou palavras como numa tabuleta […….].

O senhor de Kullab gravou as palavras como numa tabuleta e estas furam visíveis.

Nestas linhas do poema sumério “Enmerkar e o senhor de Aratta”, os escribas explicam muito simplesmente uma das maiores invenções da mente humana: a escrita.

No caso deste poema, a exigência deste novo meio de comunicação explica-se com a necessidade de transmitir uma mensagem com clareza da parte do rei Enmerkar ao senhor da região de Aratta.

Esta inovação que permitiu o nascimento quer da civilização quer da história, surgiu na Baixa Mesopotâmia, na cidade de Uruk, cerca de 3000 anos a.C., com a necessidade de registar as reservas agrícolas produzidas pela primeira civilização urbana do mundo.

Os caracteres eram gravados com um cinzel que deixava marcas semelhantes às dum cravo, dito em latim cuneus, o que levou o escritor latino Plínio, o Velho, a designar esta escrita de “cuneiforme”.

Inicialmente de carácter pictográfico, passou mais tarde a ser de carácter ideográfico, representando a primeira form

O “Crescente Fértil” e as artes plásticas A figura humana é um elemento importante na estatuária de todas as grandes civilizações que se sucederam na área do dito “Crescente Fértil”, entre a Mesopotâmia e a Síria.

A visão do corpo humano do período mais antigo, nas culturas neolíticas, estava ligada mais à necessidade de representar os problemas naturais da fertilidade humana, do que com a exigência de identificá-lo exclusivamente com deuses ou deusas.

As “Vénus” de terracota pintada do Neolítico (5500- 4500 a.C.) da cultura de Halaf, que se desenvolveu no norte do Iraque, são óptimos exemplos desta visão (CE02873, CE02874), sendo moldadas como formas “pesadas”, evidenciando os caracteres de fertilidade feminina com um material, o barro, que por sua vez está ligado à fertilidade da terra.

Com a definitiva afirmação das civilizações urbanas, em meados do III milénio a.C. e o nascimento na Baixa Mesopotâmia das dinastias reais sumérias e dos grupos de funcionários estatais, o corpo humano torna-se um meio para sublinhar a grandeza do rei e o poder socioeconómico dos grandes funcionários, seguindo critérios de proporções e modelos geométricos precisos.

A estatuária torna-se, assim, pública, sendo um meio de sublinhar o poder do encomendador. Pequenas figuras de pedra em pé em acto de oração (CE03037 e CE03038) provavelmente substituíam nos templos o encomendador, orando em seu lugar.

Outros exemplos de estatuária humana são as personagens sentadas (CE03501 e CE03502) delineando um esquema trapezoidal onde é inserida a figura humana, modelada tendencialmente arredondada e sempre com olhos redondos e grandes.

No Estado confederativo do Elão, entre a planície mesopotâmica oriental e os montes Zagros, desenvolveu-se no início do II milénio a.C. uma estatuária em terracota de gosto estilizado onde a personalidade da estatueta se centra exclusivamente na cabeça, também ela estilizada, sendo o elemento mais significativo o nariz em forma de bico de ave, figurando pessoas seja reais (CE02877 e CE02884) seja fantásticas (CE02879).

O Luristão e as artes do bronze O

Luristão, área montanhosa no sul do Irão, sendo já há muitos séculos uma região periférica das grandes civilizações mesopotâmicas, desenvolveu entre os sécs. XII e VII a.C. uma extraordinária produção de bronze: espadas, adereços militares, adereços sagrados e pessoais, os quais manifestam uma elevada habilidade na metalurgia do bronze e uma forte tradição local.

Uma variada produção de espadas, quase todas com lâmina feita para golpear de ponta, inicia-se nos finais do II milénio a.C..

Inicialmente aparecem exemplares de curta lâmina e cabo de espigão (CE02479) e, sucessivamente, na primeira metade do I milénio a.C., afirma-se um modelo de adagas, com lâmina folhada (CE02485) e depois triangular (CE02482 e CE03926) com o característico crescente na junção entre cabo e lâmina, bem como outras espadas curtas com cabo maciço mais simples (CE02484).

Para as características formais mais adaptadas a um combate frente a frente e em pouco espaço, todas estas adagas parecem testemunhar um largo uso de infantaria provavelmente pesada e em formação fechada por parte das pequenas entidades estatais do Luristão.

Não faltam neste período as armas mais adaptadas para combates mais individuais, com lâmina mais comprida e bem balançada no cabo (CE02944 e CE02486) de provável origem caucasiana.

Todas as adagas mostram na forma das lâminas uma influência das áreas da Mesopotâmia mais próximas do Luristão, relação também visível na forma dos machados provavelmente rituais (CE03335).

Tipicamente iraniana é a simbologia dos términos dos estandartes militares: nestes a figura do “mestre dos animais” (CE00651) 26 27 museu ibérico de arqueologia e arte de abrantes está associada com a iconografia do deus justiceiro Sraosha, ligado ao culto de Mitra e posto nos estandartes para protecção das tropas.

Os animais típicos dos montes Zagros são também protagonistas de reelaborações tipicamente iranianas nos adereços de adorno pessoal (CE02294). Finalmente, nos bronzes destinados às libações (CE01003), é possível ver uma forma característica do Elão-Luristão, originalmente em cerâmica policroma e depois realizada em bronze; nestes caldeirões, o longo bico servia para fazer libações.

A Sarmácia e a arte do ouro Entre todos os chamados “povos das estepes”, que desde o II milénio a.C. ameaçavam as civilizações mesopotâmicas com contínuas invasões desde o norte, os cavaleiros Sármatas desenvolveram, em finais do I milénio a.C., uma finíssima arte do ouro, visível nos ricos túmulos, ditos kurgan.

Entre os vários objectos encontrados nos ricos adereços funerários destes chefes e dos seus familiares, destacam-se raras adagas com cabo em folha de ouro e pedras verdes encaixadas (CE02471) que formam uma simbologia típica dos nómadas das estepes, onde são protagonistas felinos e animais selvagens.

Os adereços do sagrado A Colecção Estrada tem vários objectos ligados a ex-votos e a oferendas rituais, sendo a sua produção feita com os materiais disponíveis nas diversas regiões do Próximo Oriente.

No II milénio a.C., na Mesopotâmia, o barro é protagonista nas realizações plásticas que caracterizam os pratos em cerâmica (CE00640) ou as estatuetas em terracota (CE00642).

Na produção do Luristão, as pedras duras locais são protagonistas na realização dos adereços ligados com as actividades cultuais, quer em meados do III milénio a. C. (CE03500), quer em meados do I milénio a.C. (CE03058). (segnalazione a cura del prof. Davide Delfino).

Il Museo Iberico di Archeologia e Arte, che sarà installato nell'edificio del convento di S. Domingos ad Abrantes, è promosso dal Comune di Abrantes e dalla Fondazione Estrada.

La sua principale vocazione è quella di presentare le collezioni di Archeologia, Storia e Arte, dalla preistoria all'era contemporanea, raccolte dalle due Istituzioni.

La proposta comprende il restauro e la conservazione dell'edificio esistente e la sua estensione, al fine di consentire l'adeguamento "a Museo". Questo è lo sviluppo di un progetto di recupero / ristrutturazione / ampliamento con la "componente museo", offrendo condizioni fisiche e tecniche appropriate che permettono di accedere alle collezioni attualmente inaccessibili al pubblico per mancanza di spazi dignitosi, rispondendo al ruolo sociale, culturale ed educativo a cui aspira un museo.


L'intervento in dettaglio

La proposta ha come obiettivo prioritario la definizione delle attività del progetto, delle conclusioni di rispondere con una soluzione adeguata e flessibile alle esigenze programmatiche richieste da "Iberica Museo Archeologico e d'arte" che ha bisogno di Abrantes.

L'installazione di un "museo iberico di archeologia e arte" nel convento di S. Domingos presuppone diverse operazioni.


Il Convento

Situato su un altopiano dominante sopra la valle del Tago, situato in Praça da República, il Convento di S. Domingos, costruito nel XVIII secolo. XVI, ha una posizione e un carattere architettonico che fin dall'inizio individua e dà un posto di rilievo nel centro storico di Abrantes.

L'edificio ospita attualmente la Biblioteca Comunale di António Botto, che occupa l'insieme di quella che era la chiesa con tutte le sue competenze.

Gli spazi del convento sono occupati anche dalla School of Technology, che sarà presto trasferita in un nuovo edificio.

Nel corso degli anni il Convento ha subito lavori di consolidamento, in particolare a livello strutturale. Praticamente in tutte le ali i pavimenti originali sono stati sostituiti da lastre di cemento, anche se molto curato e piacevole a vedersi. Solo l'ala ovest mantiene ancora la sua configurazione originale.

L'edificio mostra segni di deterioramento con l'intonaco e i pavimenti deteriorati, oltre alla copertura, che dovrà essere sostituita.

Il saldo della valutazione dell'edifici ha portato adun certo pragmatismo e inaspettato ritorno in termini di qualità architettonica e flessibilità funzionale, tornando per quanto possibile, al progetto originale del Convento Domenicano.

Poiché la maggior parte delle celle, una volta esistenti, sono già state demolite, ora ci sono stanze grandi e corrette, significativamente e articolate attorno al Chiostro.

La seconda mostra anteprima del Museo iberica Archeologico e d'Arte Abrantes (MIAA) ha scelto come opzione programmatica la presentazione delle collezioni che saranno, dal punto di vista delle narrazioni, coordinate in modo collegato ed efficace.

Invece di concentrarsi sul recupero del Convento di San Domenico e nel nuovo edificio che l'architetto Carrilho da Graça elaborato per aumentare - un nuovo 'contenitore' di eccellenza per una collezione anche diverse tipologie, che si è rivelato, in qualche modo polarizzato. E' sempre indispensabile e utile avviare una discussione pubblica; lo spettacolo che si apre ora, facendo riferimento e documentando le precedenti indagini archeologiche per l'inizio della costruzione, così come lo stato di avanzamento del progetto di realizzazione; insiste sulla dualità che costituirà la missione e il lavoro del futuro museo. La ricerca e la mostra delle sue collezioni ricche e diversificate secondo paradigmi narrativi che sfruttano una parte, le forme, i significati e gli usi delle testimonianze e dall'altro, le numerose universi contestuali a cui si riferiscono.

(...)

Un livello di eccellenza mondiale si ottiene attraverso diverse collezioni e narrazioni: in primo luogo, le ceramiche greche, ma anche varie ripologie di gioielli dei regni ellenistici (che si estendono all' epoca romana e paleocristiana), la scultura romana e dei suoi riverberi succerssivi (neo-classici) e, infine, una magnifica dimostrazione dell'evoluzione del vetro, prima e dopo l'invenzione del vetro soffiato.

L'Islam e l'Estremo Oriente (Cina) sono rappresentati attraverso pezzi eccezionali che ci rivelano il gusto per il lusso e la raffinatezza del collettivismo intellettuale di queste civiltà. Per quanto riguarda l'età media e moderna europea, abbiamo selezionato, la collezione ricca riuniti nella chiesa della Madonna del Castello, una serie di statuaria devozionale stabilire una chiara evoluzione stilistica nel territorio nazionale, tra il secolo XIV e XVIII, che era aggiunge un dipinto barocco del cerchio di Rubens, appartenente alla collezione Estrada.

La collezione Strada possono ammirare vari oggetti prodotti in Mesopotamia, che ha sviluppato le prime civiltà urbane nella metà del IV millennio aC e nelle regioni dell'Iran di montagna, la regione di villaggi che anche svolto un ruolo importante nella storia di questo vasto e complesso settore ha detto Avanti Antico Oriente.

Mesopotamia e l'arte della scrittura

Il messaggero aveva una lingua pesante, non poteva ripeterlo. Poi il Signore di Kullab ha lavorato l'argilla e in essa ha inciso parole come una tavoletta [.......].

Il Signore di Kullab ha inciso le parole come una tavoletta e questi bastoni sono visibili.

In queste righe del poema sumerico "Enmerkar e Signore di Aratta", gli scribi spiegano molto semplicemente una delle più grandi invenzioni della mente umana: la scrittura.

Nel caso di questa poesia, l'esigenza di questo nuovo mezzo si spiega con la necessità di trasmettere un messaggio in modo chiaro dal re Enmerkar il Signore della regione di Aratta.

Questa innovazione ha permesso la nascita della civiltà vuole vuole la storia, è venuto in bassa Mesopotamia, nella città di Uruk, circa 3000 anni prima di Cristo, con la necessità di tenere traccia delle riserve agricole hanno prodotto la prima civiltà urbana del mondo.

I personaggi sono stati incisi con uno scalpello che ha lasciato segni simili a quelli di un perno, ha detto in cuneus Latina, che ha portato lo scrittore latino Plinio il Vecchio, per designare questa scrittura "cuneiforme".

Inizialmente pittografico, divenne in seguito ideografico, rappresentando la prima forma

La "mezzaluna fertile" e le belle arti La figura umana è un elemento importante nella statuaria di tutte le grandi civiltà che si sono succedute nella zona della cosiddetta "Mezzaluna fertile" tra la Mesopotamia e la Siria.

La visione del corpo umano del primo periodo, le culture neolitiche, è stata legata più alla necessità di rappresentare i problemi naturali di fertilità umana, che con l'obbligo di identificare esclusivamente con dei o dee.

La "Venere" in terracotta dipinta neolitica (5500- 4500 aC) la cultura Halaf, che si è sviluppata nel nord dell'Iraq, sono ottimi esempi di questa visione (CE02873, CE02874) e forme modellate come "pesante", che mostra i personaggi di fertilità femminile con un materiale, argilla, che a sua volta è legata alla fertilità della terra.

Con l'affermazione definitiva della civiltà urbane nel millennio aC metà del III e la nascita nella Bassa Mesopotamia nel dinastie reali sumeri e gruppi di dipendenti statali, il corpo umano diventa un mezzo per sottolineare la grandezza del re e il potere socio-economico delle grandi impiegati, seguendo criteri di proporzioni e precisi modelli geometrici.

Lo statuario diventa così pubblico, ed è un mezzo per sottolineare il potere del commissario. Piccole figure di pietra in piedi in preghiera (CE03037 e CE03038) probabilmente sostituirono il commissario nei templi, pregando invece.

Altri esempi di statue umane sono seduti caratteri (CE03501 e CE03502) delineano un profilo trapezoidale che viene inserito nella figura umana, modellata tendono arrotondate e sempre con rotondo e grandi occhi.

Nello stato confederazione Elam, tra pianure della Mesopotamia orientali e monti Zagros, è stato sviluppato agli inizi del II millennio aC una statuaria stilizzato come terracotta in cui la personalità statuetta si concentra esclusivamente sulla testa, che è anche stilizzata, l'elemento il più significativo è il naso nella forma del becco di un uccello, immaginando che le persone siano reali (CE02877 e CE02884) sono fantastici (CE02879).

Luristan e le arti del bronzo O

Luristan, zona montuosa nel sud dell'Iran, già molti secoli una regione periferica delle grandi civiltà mesopotamiche sviluppate tra sec. XII e VII aC una produzione di bronzo straordinaria: spade, puntelli militari, ornamenti sacri e personale, che mostrano una elevata specializzazione in metallurgia del bronzo e una forte tradizione locale.

Una variegata produzione di spade, quasi tutte con lama fatta per colpire di punta, (CE02479) e, successivamente, nella prima metà del I millennio aC, un modello di pugnali, con lama a foglia (CE02485) e quindi triangolare (CE02482 e CE03926) con la caratteristica crescente alla giunzione tra cavo e lama, così come altre spade corte con cavo solido più semplice (CE02484). Per le caratteristiche formali più adatte ad un faccia a faccia e lotta in breve, tutti questi pugnali sembrano testimoniare un largo uso di fanteria pesante e formazione probabilmente chiuso per piccole entità statali di Luristan. Non c'è carenza in questo periodo di armi più adatto a più combattimenti individuali, con una lama più lunga e ben bilanciata nel cavo (CE02944 e CE02486) di probabile origine caucasica. Tutti i pugnali mostrano nella forma delle lame un'influenza delle aree mesopotamiche più vicine al Luristan, una relazione visibile anche sotto forma di assi probabilmente rituali (CE03335). In genere l'Iran è il simbolismo dei termini di standard militari: questi la figura del "maestro animale" (CE00651) 26 27 iberici Museo Archeologico e d'arte Abrantes è associato con l'iconografia dei giusti Dio Sraosha legata al culto di Mitra e mettere sugli standard per la protezione delle truppe. Gli animali tipici delle montagne di Zagros sono anche i protagonisti delle tipiche rielaborazioni iraniane negli oggetti di arredo personale (CE02294). Infine, nei bronzi per le libagioni (CE01003), è possibile vedere una forma caratteristica dell'Elão-Luristão, originariamente in ceramica policroma e successivamente realizzata in bronzo; in questi calderoni, il lungo becco serviva a fare libagioni. Il Sarmácia e l'arte d'oro di tutte le cosiddette "popolo delle steppe", che a partire dal secondo millennio aC minacciato la civiltà mesopotamiche a continue invasioni da nord, i cavalieri Sarmati sviluppati alla fine del primo millennio aC, un'arte estremamente fine l'oro, visibile nelle ricche tombe, disse kurgan. Tra i vari oggetti rinvenuti nella ricca funerale puntelli questi leader e le loro famiglie, spiccano pugnali rari fuori in foglia oro e pietre verdi incorporati (CE02471) che compongono una simbologia tipica dei nomadi delle steppe, dove sono protagonisti i gatti e gli animali animali selvaggi I puntelli del sacro La Collezione Estrada ha diversi oggetti legati agli ex-voto e alle offerte rituali, e la sua produzione è fatta con i materiali disponibili nelle diverse regioni del Vicino Oriente. Nel secondo millennio aC, Mesopotamia, l'argilla è nelle forme di realizzazione protagonista plastica dotate piastre ceramiche (CE00640) o in figurine di argilla (CE00642). Nella produzione del Luristan, le pietre dure locali sono protagoniste nella realizzazione degli oggetti di scena legati alle attività culturali, sia nella metà del III millennio a. C. (CE03500), o verso la metà del I millennio aC (CE03058). (segnala una cura dal Prof. Davide Delfino).

 
 
 

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